Descobrir quais são os melhores investimentos para 2026 pode ser uma tarefa desafiadora, já que a resposta depende de vários fatores que muitas vezes os investidores desconhecem.
No entanto, com a orientação de Analistas de Investimentos, é possível encontrar a melhor forma de alocar o seu portfólio a partir deste ano e saber onde investir em 2026.
É importante ressaltar que encontrar o investimento ideal e construir uma carteira vencedora depende do seu perfil de investidor. Portanto, é fundamental entender quais alternativas são mais compatíveis com os seus objetivos, prazos e tolerância ao risco.
Neste conteúdo, iremos abordar o cenário para investir em 2026, revelando quais são as expectativas para o mercado e destacando os ativos mais promissores do ano.
A Renda Variável se apresenta como uma modalidade com excelentes chances de entregar bons resultados no longo prazo, seja por meio de ações, ETFs, BDRs, FIIs etc.
Além disso, a Renda Fixa também segue interessante, dado o atual patamar da taxa Selic.
Por fim, também é importantíssimo ter uma parte da sua carteira exposta a ativos internacionais, a fim de diminuir o impacto do risco nacional.
Navegação Rápida
Os melhores investimentos para 2026: como e onde investir hoje?
Construa um portfólio inteligente com a curadoria de quem está presente nos principais mercados financeiros.
Neste ano, os especialistas do Santander prepararam um relatório exclusivo e gratuito com os Melhores Investimentos para 2026.
O que você vai encontrar:
- Dolarização do patrimônio e tendências do S&P 500 e Nasdaq.
- Taxas históricas em títulos de Renda Fixa atrelados à inflação.
- Posicionamento estratégico com Inteligência Artificial.
- Oportunidades na Bolsa local superando o benchmark.
No último ano, as principais teses do relatório registraram resultados acima do benchmark, comprovando a importância de uma alocação inteligente.
Participe da Masterclass ao vivo
Participe da nossa Masterclass para entender mais sobre os Melhores Investimentos 2026.
Neste início de ano, nossos especialistas estarão reunidos para discutir o cenário macro, os desafios e as grandes oportunidades que o próximo ano reserva.
Vamos detalhar as teses centrais do relatório e responder suas perguntas ao vivo.
- Data: 15/01/2026
- Horário: 19:30 (horário de Brasília)
- Onde: canal do Santander Brasil no YouTube (clique aqui para receber a notificação).
Mas, antes, acesse as teses dos estrategistas Santander e descubra as oportunidades para o próximo ciclo econômico.
Como será o ano de 2026 na economia e mercado financeiro?
O ano de 2026 será marcado pela consolidação das políticas implementadas nos últimos anos, com o mercado financeiro focando na transição política brasileira e na estabilização das taxas de juros globais.
Brasil
Para o Brasil, 2026 é um ano de importância estratégica, sendo o último ano do atual mandato presidencial. O comportamento dos ativos será guiado por:
- Política fiscal e tating: após a elevação da nota de crédito pela Moody’s em 2024, o foco em 2026 será a manutenção do país rumo ao “Grau de Investimento”. A sustentabilidade da dívida pública e o cumprimento das metas do arcabouço fiscal serão os principais termômetros para o Ibovespa e para a curva de juros.
- Política Monetária (Selic): segundo as expectativas do Boletim Focus (BCB), o Copom deve trabalhar para ancorar as expectativas de inflação de longo prazo. A dinâmica da taxa Selic em 2026 dependerá da convergência do IPCA para a meta.
- PIB: projeta-se um crescimento moderado. A atividade econômica deve refletir o impacto defasado da política monetária e a confiança do setor privado em relação ao cenário pós-2026.
Estados Unidos
Nos Estados Unidos, a economia deverá enfrentar um ambiente de crescimento moderado. O Federal Reserve continuará a monitorar atentamente a inflação, com a possibilidade de ajustes nas taxas de juros dependendo da evolução dos dados econômicos.
A economia americana em 2026 estará em pleno estágio de implementação das políticas do governo eleito em 2024.
- Juros e Inflação: o Federal Reserve (Fed) deverá buscar o “pouso suave” (soft landing), tentando manter a inflação próxima de 2% sem causar uma recessão profunda.
- Dólar e tributação: a política de corte de impostos corporativos pode continuar impulsionando o lucro das empresas listadas na NYSE e Nasdaq, porém, o protecionismo comercial pode pressionar a moeda dos EUA.
Veja o movimento recente dos juros americanos:
China
A China chegará em 2026 buscando estabilizar seu setor imobiliário e transitar para uma economia baseada em consumo interno e alta tecnologia.
- Estímulos: o mercado monitorará se os estímulos de 2024 e 2025 foram suficientes para evitar a deflação e garantir o crescimento do PIB em patamares próximos a 4,5% – 5%.
- Tensões Comerciais: as barreiras tarifárias impostas por EUA e Europa podem limitar a expansão das exportações chinesas, impactando diretamente o preço de commodities metálicas negociadas na B3.
Europa
A Zona do Euro deve continuar apresentando o crescimento mais tímido entre os blocos desenvolvidos.
- BCE: o Banco Central Europeu terá o desafio de manter juros que não asfixiem a economia, ainda em processo de reestruturação e dependência energética.
- Geopolítica: a continuidade dos conflitos no Leste Europeu manterá o prêmio de risco elevado para ativos da região.
Conflitos internacionais e commodities
Em 2026, os conflitos internacionais continuarão a ter um impacto significativo nas commodities, moldando tanto os preços quanto a oferta global.
A dinâmica geopolítica, especialmente em regiões como o Oriente Médio e Europa Oriental, influenciará a estabilidade dos mercados de commodities, incluindo petróleo, gás natural e metais preciosos, como o ouro e a prata.
Qualquer escalada de conflitos pode levar a interrupções na produção e transporte de petróleo, resultando em aumentos acentuados nos preços.
A dependência global do petróleo da região torna esse cenário uma preocupação para economias que ainda dependem de combustíveis fósseis.
Em 2026, a volatilidade deve persistir nos mercados de energia e metais:
- Petróleo (Brent/WTI): a oferta será ditada pelas decisões da OPEP+ e pela estabilidade no Oriente Médio. Rupturas podem levar o preço a novos picos.
- Metais Preciosos: o ouro deve seguir como o principal ativo de proteção (safe haven) em um cenário de incerteza geopolítica global.
- Tecnologia: a disputa por semicondutores e minérios críticos (lítio, terras raras) entre China e EUA ditará o fluxo de investimentos em países emergentes que possuem essas reservas.
Por fim, o embate entre China e EUA por supremacia tecnológica poderá afetar a demanda por metais como cobre e lítio, fundamentais para a indústria de alta tecnologia, inteligência artificial e a transição energética. Além disso, restrições comerciais ou tarifas poderão influenciar a dinâmica de oferta e demanda.
Retrospectiva de 2025: um ano para entrar na história
O ano de 2025 consolidou a transição para um novo ciclo econômico global. Enquanto o Brasil lidou com o desafio de ancorar expectativas inflacionárias, o mundo observou os primeiros efeitos práticos da nova administração republicana nos EUA e a tentativa de reestruturação da economia chinesa.
Esses e outros fatores contribuíram para determinar alguns dos melhores e piores desempenhos no mercado financeiro. Observe:
Retornos do passado não garantem o mesmo no futuro. Para índices internacionais convertidos em reais, o resultado pode ser diferente do desempenho em moeda original por causa da variação do dólar. Os números de índices como BDRX, IFIX, Small Caps e desempenho do Tesouro variam um pouco conforme a fonte/calculadora de referência e prazo exato, além da valorização secundária; o retorno real para um investidor também depende do preço de compra/venda e juros semestrais.
Brasil
O ano de 2025 foi marcado por uma política monetária rigorosa para conter a inflação, que sofreu pressões do câmbio e do consumo resiliente.
- Taxa Selic: após o ciclo de alta iniciado no fim de 2024, o Copom manteve a taxa Selic em patamares restritivos durante grande parte de 2025. O objetivo principal foi combater a desancoragem das expectativas capturadas pelo Boletim Focus, que via o IPCA sistematicamente acima da meta.
- Risco Fiscal: a discussão sobre o cumprimento das metas de resultado primário foi o principal driver de volatilidade na B3. A percepção de risco fiscal influenciou a curva de juros longa, impactando diretamente o Tesouro Direto e os fundos imobiliários.
- Mercado de capitais: apesar dos juros altos, o volume de emissões de debêntures e CRIs/CRAs mostrou que as empresas brasileiras buscaram alternativas ao crédito bancário tradicional.
Estados Unidos
Nos EUA, 2025 foi o ano de implementação das promessas de campanha da administração republicana.
- Tarifas e Protecionismo: a imposição de novas tarifas comerciais gerou receios inflacionários globais. O Federal Reserve (Fed), liderado por Jerome Powell, teve que calibrar os cortes de juros com extrema cautela para evitar um reaquecimento da inflação.
- Dólar enfraquecendo: o índice DXY (que mede a força do dólar) operou em patamares mais reduzidos, o que pressionou as moedas de países emergentes, incluindo o Real, que enfrentou momentos de forte apreciação em 2025.
- Mercado de Ações: o S&P 500 e a Nasdaq continuaram a ser impulsionados pela maturidade das tecnologias de Inteligência Artificial, que passaram da fase de “hype” para a geração real de lucros.
Europa e China
Europa e China seguiram caminhos distintos:
- Zona do Euro: o Banco Central Europeu (BCE) continuou seu ciclo de cortes graduais à medida que a inflação no bloco esfriou mais rápido que nos EUA. Contudo, o crescimento do PIB europeu permaneceu anêmico, refletindo a crise de custos de energia remanescente.
- China: Pequim intensificou os estímulos ao setor de tecnologia e transição energética. Os dados do NBS (National Bureau of Statistics) mostraram que o governo chinês lutou para manter o crescimento próximo de 5%, enfrentando ainda o persistente processo de desalavancagem do setor imobiliário.
Conflitos internacionais
Os conflitos internacionais, como a guerra na Ucrânia e tensões entre grandes potências, continuaram a influenciar o cenário econômico global.
O preço das commodities, impulsionado por esses conflitos, afetou a inflação em diversas economias, enquanto os mercados financeiros lidaram com a volatilidade.
Essas tensões geopolíticas também levaram a uma reavaliação de cadeias de suprimentos, forçando muitas nações a buscar maior autonomia em setores estratégicos.
Adicionalmente, o conflito no Oriente Médio, que se intensificou em 2025, teve impactos significativos nas commodities, especialmente no petróleo.
A escalada das hostilidades na região levou a preocupações com a segurança do abastecimento energético, resultando em um aumento da volatilidade dos preços das commodities em diversos momentos ao longo do ano.
Essa elevação provocou ajustes nas políticas energéticas globais, com países buscando alternativas e diversificando suas fontes de energia.
Os melhores investimentos de curto prazo em 2026
Os últimos anos foram marcados por grande volatilidade na Bolsa de Valores, especialmente devido às implicações econômicas da pandemia e a recuperação após o início da vacinação.
Essa volatilidade pode abrir caminho para ótimos negócios no curto prazo, sejam por ativos que ficam mais baratos ou por oportunidades detectadas por uma boa Análise Técnica baseada em gerenciamento de risco.
Para os investidores de longo prazo, tivemos diversas empresas operando em regiões de preço extremamente atrativas, algumas delas chegando a ter o preço de mercado abaixo do seu valor patrimonial.
Além disso, os investimentos de curto prazo possibilitam que os investidores explorem todos os movimentos do mercado, tanto de alta como de queda, já que umas das estratégias de Swing Trade é operar vendido, ou seja, realizar operações de venda a descoberto (ou short selling).
Se você gosta de oportunidades no curto prazo (dias, semanas e meses) ou até mesmo operações dentro do mesmo dia, aqui na Toro há uma excelente solução para guiar os seus negócios: a sala de Day Trade ao vivo.
Nela, você fica por dentro de quais setores estão em alta e dos fatores internos e externos que afetam cada empresa recomendada, além do desempenho esperado dado o cenário atual.
Day Trade e mercado ao vivo
Para ficar por dentro de toda a movimentação dos índices, câmbio e ações, a dica é participar da nossa live de Day Trade no Youtube.
Nos dias úteis, das 9h às 17h, nossos Analistas acompanham o mercado, comentam cenário econômico, fazem análises, destacam as possibilidades de trades e ainda tiram suas dúvidas sobre investimentos e análise técnica.
Para quem opera Day Trade e Swing Trade, é a oportunidade de participar de uma sala com outros traders, fazer networking e saber mais sobre estratégias, setups e Análise Gráfica. Por outro lado, para quem deseja ficar por dentro de todas as novidades do mundo dos investimentos, é a chance de ter uma fonte confiável de informações de qualidade.
Acesse página no link abaixo e participe grátis da nossa live gratuita de Day Trade e mercado ao vivo com experts e outros traders e não perca os principais negócios do dia:
Importante:
Material Publicitário. Os ativos financeiros mencionados neste conteúdo foram selecionados pela equipe de Análise da Santander Corretora. Ressaltamos que eles podem não ser adequados a todos os perfis de investidores, considerando situação financeira, prazos, objetivos e necessidades específicas.
Caso os investimentos apresentados não sejam compatíveis com o seu perfil, recomendamos que você consulte um Assessor de Investimentos para elaborar uma carteira alinhada às suas metas. Para isso, deixe o seu Perfil de Investidor (API) sempre atualizado e leia todas as condições de cada produto antes de investir.
Por fim, a Santander Corretora e a Toro não se responsabilizam por decisões de investimento tomadas com base nas informações divulgadas neste material. Além disso, isenta-se de qualquer responsabilidade por prejuízos, diretos ou indiretos, que possam surgir do uso indevido deste conteúdo.