Está na dúvida entre CDB ou Tesouro Direto? Essa certamente é uma das questões mais comuns entre quem está pensando em investir na renda fixa. Afinal, estamos falando de duas modalidades que podem render mais que a Poupança — o que já é um grande atrativo.

Então, se você está nesse dilema e precisa de mais informações para decidir entre Tesouro Direto ou CDB, este artigo pode te ajudar. Você vai entender os principais pontos sobre cada uma dessas modalidades, e também vai ver:

  • Simulador de investimentos.
  • Comparativo entre as aplicações.
  • O que é e como funciona cada título.

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CDB ou Tesouro: simulador pode ajudar a sua escolha

Quando a dúvida é entre CDB ou Tesouro Direto, colocar tudo no papel é importante para tomar uma decisão. No entanto, fazer as contas pode não ser uma tarefa tão simples. E aí, fica mais difícil escolher qual o melhor lugar para aplicar o dinheiro.

Mas nós facilitamos esse processo para você. Veja logo abaixo uma simulação caso alguém tivesse aplicado R$10.000,00 entre janeiro de 2005 e janeiro de 2018. Comparando os rendimentos do CDB e do Tesouro, é possível ver que algumas opções são mais interessantes do que outras.

Olha só:

Aplicação de R$10 mil - 2005 a 2018 Resultado descontado 15% de IR
CDB na Toro R$48.631,00
CDB de grandes bancos R$43.732,20
Tesouro IPCA R$43.165,50
Tesouro Prefixado R$42.933,70
Tesouro Selic R$42.365,00

*CDB na Toro com 123% do CDI; CDB em grandes bancos com 115% do CDI; Tesouro IPCA+6%, Tesouro Prefixado com 12% ao ano.

Percebeu que é possível ganhar mais de R$5.000,00 fazendo a escolha certa? É claro que este foi apenas um exemplo das oportunidades que você pode encontrar no mercado. Sem contar que rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras.

Se você quiser achar opções para começar a investir agora, isso também é possível.

Na Toro, você pode fazer simulações e comparar rendimentos para encontrar uma oportunidade adequada aos seus objetivos.

É só preencher quanto você pretende investir, por quanto tempo vai durar e procurar aquela que mais te interessa. Assim, é possível tomar uma decisão embasada e estratégica, em vez de continuar em uma aplicação que não trará os melhores resultados para você.

O mais legal é que, para ver todas essas informações, você não paga nada e nem precisa fazer cadastro. Então, que tal começar a testar nosso simulador agora mesmo?

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CDB x Tesouro Direto — qual é o melhor?

Estamos falando de dois investimentos de renda fixa, isso significa que é possível prever a rentabilidade da aplicação mesmo antes de realizá-la. Por esse motivo, as duas modalidades são bastante indicadas para quem quer ter bons rendimentos sem abrir mão da segurança.

No entanto, sabemos que você veio até aqui para entrar a fundo em cada um desses tipos de investimento e entender direitinho a diferença entre CDB x Tesouro Direto. Por isso, a seguir, vamos analisar alguns quesitos que te ajudarão nessa escolha. Veja só:

Segurança

Como já falamos, tanto o CDB quando o Tesouro Direto são aplicações de renda fixa, o que significa que eles já são bastante seguros por natureza. Porém, há algumas diferenças entre eles que precisamos destacar.

A principal delas, em relação à segurança, é que o CDB conta com a mesma proteção da Poupança: o Fundo Garantidor de Créditos.

Isso quer dizer que, caso a instituição que emitiu o título quebre ou não consiga honrar seus compromissos financeiros, há uma cobertura de até R$250.000 por CPF ou CNPJ e por instituição, com o limite de R$1 milhão a cada 4 anos.

Ou seja, se o banco que emitiu o CDB que você comprou declarar falência amanhã, você pode receber de volta o valor investido, mais os juros que renderam até aquele momento, dentro dos limites estabelecidos pelo FGC. É uma excelente garantia para quem investe, concorda?

Por outro lado, embora o Tesouro Direto não tenha a cobertura do FGC, ainda sim é uma aplicação extremamente segura. Nessa modalidade, o Governo, por meio do Tesouro Nacional, é quem dá a garantia.

Na prática, é quase impossível o próprio Estado falir e prejudicar quem investe. Afinal, em último caso, o Governo pode chegar a emitir papel moeda para honrar seus compromissos, por exemplo.

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Liquidez

A liquidez é outro ponto que merece atenção na hora de escolher entre CDB ou Tesouro Direto. Alguns CDBs podem oferecer liquidez diária, mas outros poderão exigir um período mínimo de carência — o que torna o resgate antecipado bem mais difícil.

Pense na seguinte situação: você investiu seu dinheiro em um CDB de um banco que exige 1 ano de carência. No entanto, após 6 meses, surgiu um imprevisto e você precisa muito pegar o dinheiro de volta. Não vai ser impossível fazer o resgate antes do prazo, mas o processo costuma ser bem chato.

A boa notícia é que na Toro você pode pedir o resgate antecipado do seu CDB, assim como de outros títulos de renda fixa, sem passar por um processo longo e demorado. Com ajuda da Toro, você pode colocar os seus títulos de volta a venda e, se aparecer alguma pessoa interessada, você tem seu dinheiro na mão sem precisar esperar até o vencimento.

No Tesouro, seus títulos podem ser resgatados antecipadamente, pois o Governo garante a compra dos títulos diariamente.

Porém, antes de você se empolgar, precisamos avisar que nem tudo são flores. É o seguinte: tanto para o CDB quanto para o Tesouro Direto, os resgates antecipados podem prejudicar a rentabilidade. Isso significa que, na hora de vender, o preço do título pode estar abaixo do valor de quando você comprou.

Então, é fundamental ter atenção a esse ponto e fazer tudo seguindo um planejamento (e ser o mais fiel a ele) para evitar prejuízos.

Custos e tributações

Esse é, sem dúvida, um quesito muito importante na hora da definição do investimento. Apesar disso, muitas pessoas que investem acabam deixando esse assunto de lado. Mas você é do tipo que gosta de ter o máximo de informações possível na hora de investir, certo? Por isso, não deixamos este tópico de fora.

Inicialmente, é preciso ter em mente que tanto o Tesouro Direto quanto o CDB poderão ter alguns custos. 

No caso do Tesouro Direto, há a cobrança de taxa de custódia pela Bolsa de Valores. E o valor é cobrado semestralmente.

Os CDBs, por outro lado, por serem emitidos por bancos, algumas instituições financeiras podem cobrar uma taxa de administração - para pagar os custos com equipe e movimentações na conta, por exemplo.

Mas a boa notícia é que nem toda corretora repassa esses custos para quem investe. Na Toro, você investe com taxa zero no CDB ou Tesouro, e em outros títulos de renda fixa.

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No entanto, há ainda a incidência de tributos, como o Imposto de Renda e o IOF. No caso do CDB ou Tesouro Direto, o IR é cobrado apenas sobre os rendimentos e o percentual varia de acordo com a duração da aplicação. Ou seja, quanto mais tempo seu investimento dura, menor será o IR a ser pago no momento do resgate.

Veja as alíquotas:

  • Até 180 dias: 22,5%.
  • De 181 a 360 dias: 20%.
  • De 361 a 720 dias: 17,5%.
  • Acima de 720 dias: 15%.

O desconto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), por outro lado, só acontece se o investimento durar menos de 30 dias, tanto no CDB quanto no Tesouro Direto.

Conheça o Tesouro Direto


Já falamos muito sobre o Tesouro por aqui, então que tal conhecê-lo melhor? O Tesouro Direto é um programa criado em 2002, e surgiu da parceria entre a Bolsa de Valores brasileira e o Tesouro Nacional. O objetivo é permitir a negociação de títulos públicos por pessoas físicas, de forma direta e online.

Os títulos do Tesouro Direto funcionam como um empréstimo que uma pessoa faz ao Governo, para que ele financie parte de suas atividades básicas, como infraestrutura, educação etc. Em troca disso, o Governo emite papéis com um prazo de vencimento e que, ao final, o valor investido será devolvido, acrescido de juros.

A rentabilidade do Tesouro pode ser dividida em:

  • Prefixada: no Tesouro Prefixado, já se sabe exatamente o percentual de rentabilidade do título antes mesmo de chegar seu vencimento.
  • Pós-fixada: tem seu rendimento atrelado a um indicador. No caso do Tesouro Selic, os juros são calculados com base na taxa Selic Assim, quanto maior for essa taxa, maior o rendimento do título. Mas se ela cai, o rendimento do título também diminui.
  • Híbrida: mais indicada para investimentos no longo prazo, pois ajuda a proteger os investimentos da inflação. Tem sua remuneração atrelada a uma parte variável, que é o IPCA (índice oficial que mede a inflação no Brasil), e a uma parte prefixada, definida no momento da aplicação.

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Conheça o CDB — Certificado de Depósito Bancário


O CDB, ou Certificado de Depósito Bancário, é um título de renda fixa emitido por bancos. Funciona resumidamente assim: uma pessoa adquire um título e, após um determinado prazo, o valor investido é devolvido pelo banco acrescido de juros.

Na prática, a pessoa que investe “empresta” o seu dinheiro ao banco e, em troca disso, recebe juros, que variam conforme a categoria e a duração da aplicação. Nesse ponto, está um dos grandes atrativos desse título, que ajuda a decidir inclusive se o melhor é CDB ou Poupança, já que o Certificado de Depósito Bancário pode apresentar um rendimento bem acima da caderneta.

Mas como o rendimento do CDB funciona? Bem, ele também pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido. Então, escolher qual opção é melhor dependerá do seu objetivo. Confira uma explicação sobre cada tipo:

  • Prefixado: aqui a rentabilidade é fixa e determinada antes do investimento ser feito. Com isso, você já sabe exatamente quanto vai receber de volta ao fim do prazo. Assim sendo, ela não está atrelada a outros indicadores, como Selic ou a inflação para gerar os resultados.
  • Pós-fixado: é a modalidade mais comum entre os CDBs. Nela, o rendimento do título normalmente está associado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). É por isso que é comum ver por aí um CDB que pague, por exemplo, 110% do CDI ou algum outro percentual da taxa.
  • Híbrido: como o nome indica, aqui o investimento terá uma parte prefixada e uma pós-fixada. A parte pós-fixada, costuma acompanhar as variações do IPCA, enquanto a parte prefixada já é definida no momento da aplicação.

Agora, que tal relembrar os principais pontos do CDB e do Tesouro? Confira a tabela abaixo:

CDB Tesouro Direto
Emitidos por bancos Títulos Públicos
Mesma segurança da Poupança Garantia do Governo Federal
Costuma estar atrelado ao CDI Os títulos podem ser atrelados à Selic ou ao IPCA
Pode render mais que a poupança Pode render mais que a poupança
IR regressivo IR regressivo
Na Toro é possível pedir resgate antecipado Recompra garantida pelo Governo
Só precisa ter uma conta em corretora para começar É preciso ter conta em corretora e cadastro no Tesouro

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Como você viu, as duas modalidades têm vantagens e desvantagens. Portanto, quando o assunto é CDB ou Tesouro Direto, não existe um investimento que é realmente melhor do que o outro. Na realidade, a escolha de um investimento, nesse caso, depende muito mais do perfil e da necessidade de quem investe.

Portanto, o mais recomendado é conhecer bastante os títulos disponíveis no mercado e ter uma estratégia financeira bem definida, sempre considerando aquilo que é melhor para você conquistar um futuro como sempre sonhou.

Você deve sempre investir de acordo com um planejamento financeiro. Ainda não tem o seu? A gente te ajuda nessa tarefa.

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