Aprenda tudo sobre a Bolsa de Valores com a série da Toro: Como começar a investir na Bolsa

Você provavelmente já ouviu o William Bonner falar sobre quanto a Bolsa de Valores caiu ou subiu determinado dia, certo? Mas você sabe mesmo o que isso significa e por que essa informação é tão importante que deve ser noticiada no horário nobre da TV?

Se a sua resposta é não, tudo bem. Este artigo tem o objetivo de te ajudar a entender isso e muito mais sobre a Bolsa. No quarto artigo da série: Como começar a investir na Bolsa, aprenda sobre o índice mais famoso do Brasil: o Ibovespa.

O que é Ibovespa?

Para entender o que é Ibovespa, primeiro você precisa saber o básico sobre como funciona a Bolsa de Valores. Ela é o ambiente onde você pode comprar e vender ações, além de outros ativos, certo?


Diante de tantas possibilidades de investimento, existem aquelas ações que são mais buscadas e, consequentemente, mais negociadas pelos investidores. E é aí que entra o Ibovespa.

O Índice Bovespa ou apenas Ibov é o principal indicador do mercado de ações no país. Ele é assim tão importante porque mostra em um lugar só qual foi o comportamento das ações mais negociadas da B3, a Bolsa brasileira.

Composto por uma carteira teórica de ações, com os papéis com maior volume financeiro da Bolsa de Valores do Brasil por um determinado período, o Ibovespa ajuda bastante na hora de fazer o acompanhamento da rentabilidade média dessas ações importantes.

Entendeu a dinâmica aqui? Quando você ouve dizer que o Ibovespa (ou a Bolsa no Brasil) subiu, isso significa que a maior parte das ações que o compõem se valorizaram naquele determinado período. Agora, se a notícia não é tão boa e fala sobre a queda do Ibov, indica que algumas das ações mais importantes do nosso mercado caíram naquele momento.

Quando falamos em ações com maior volume financeiro queremos dizer aquelas que movimentaram as maiores quantidades de dinheiro na B3. Olha só alguns exemplos de ações importantes que fazem parte do Ibovespa hoje:

Ação Empresa Setor
PETR4 Petrobras Petróleo
ITUB4 Itaú Unibanco Banco
VALE3 Vale Mineração
BBDC4 Bradesco Banco
ABEV3 Ambev Bebidas
MGLU3 Magazine Luiza Varejo

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Como funciona o Ibovespa?

Agora que você já sabe o que é Ibovespa, chegou o momento de entender mais a fundo como ele funciona. Como você viu, o grande objetivo desse índice é mostrar a performance das ações mais negociadas e mais representativas da Bolsa.

Então, quando dizemos que o Índice Bovespa funciona como uma carteira teórica de ações, podemos entender como se um investidor resolvesse investir em todas as ações mais negociadas da B3 e ficasse acompanhando diariamente quais subiram e quais caíram.

Quando foi criado, a ideia é que todas as ações que constassem nessa tal carteira teórica do Ibovespa valeriam o equivalente a 100 cruzeiros novos (moeda da época), convertidos em 100 pontos.

Outra definição feita na sua fundação
foi que essa carteira seria reavaliada
a cada 4 meses.

Então, o Ibovespa tem sua carteira atualizada nos períodos de janeiro a abril, de maio a agosto, e de setembro a dezembro. Sendo que, a nova lista de ações que fazem parte do índice entra em vigor na primeira segunda-feira do primeiro mês de cada período, ou seja, em janeiro, ou maio ou setembro

Essa reavaliação frequente torna possível adicionar ou excluir as ações que passaram a atender ou deixaram de respeitar alguns dos critérios preestabelecidos. Algumas das regras que as ações precisam seguir para estar no Ibovespa são:

  • Volume de negócio maior ou igual a 0,1% nos últimos 12 meses.
  • Participação em, no mínimo, 95% dos pregões dos últimos 12 meses.
  • Não ser considerada uma “penny stock” (ações com cotação média abaixo de R$1).
  • Não estar em recuperação judicial ou extrajudicial, regime especial de administração temporária, ou intervenção.

Para entender melhor os critérios de adição ou exclusão do Ibovespa, acesse o site da Bolsa. Vale destacar que esses requisitos foram os mesmos durante 45 anos, de 1968, quando o Ibovespa foi criado, até 2013. Mas, em 2014, ocorreram algumas mudanças e o cálculo do índice foi alterado.

O cálculo de ponderação do Ibovespa, desde 2014, passou a ser feito a partir do valor de mercado das ações em circulação (free float).

As ações que atendem aos critérios exigidos pela Bolsa de Valores são organizadas segundo um índice de negociabilidade, que tem seu peso calculado assim: 1/3 da participação no número de negócios da ação e 2/3 de volume financeiro.

Ou seja, as ações listadas no Ibovespa não necessariamente têm o mesmo peso, já que algumas podem ter um índice de negociabilidade muito maior do que outras. Para se ter uma ideia, na carteira teórica do Ibovespa referente ao período de maio a agosto de 2018, as cinco ações com maior peso foram:

  • Itaú Unibanco PN, com 10,492% do índice.
  • Vale ON, com 9,946%.
  • Bradesco PN, com 7,755%.
  • Ambev ON, com 6,875%.Petrobras PN, com 5,251%.
  • Petrobras PN, com 5,251%.

Outras duas mudanças que ocorrem em 2014 foram que nenhuma empresa poderia representar mais do que 20% na composição do Ibovespa e que as ações que compõem essa carteira teórica devem corresponder, de forma cumulativa, a 85% das negociações ocorridas no período.

Como já falamos, a composição desse índice é atualizada a cada 4 meses, e a cada nova avaliação algumas ações podem sair da lista e outras podem ser inseridas. Para checar quais ações fazem parte do Ibovespa hoje, você pode acessar a página da Bolsa.

E se você quiser saber quais ações estão sendo mais negociadas neste exato momento, nós podemos te ajudar. Na plataforma da Toro, você consegue ver quais ativos estão sendo mais buscados pelos investidores e também quais têm perspectiva de cair ou subir nos próximos minutos.

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O que faz o Ibovespa subir ou cair?

Você já entendeu o que é Ibovespa e também como ele é composto, certo? Agora podemos conversar sobre os motivos que fazem esse índice subir ou cair. Como você já aprendeu, o Ibovespa é uma espécie de termômetro que nos permite entender como anda o mercado de ações no Brasil.

Com isso, podemos entender se o país está numa fase positiva ou se o momento está sendo desafiador.

O mais importante é compreender que a Bolsa de Valores varia bastante, daí o rendimento dos investimentos feitos nela serem ligados à tão falada “renda variável”.

Mas você sabe exatamente porque essa variação acontece tão frequentemente? Bem, a questão central aqui é entender que esse ambiente é composto por pessoas. São as atitudes dessas pessoas, que nós chamamos de investidores, que podem provocar mudanças na Bolsa, às vezes são oscilações pequenas e outras podem ser bem maiores.

Um ataque terrorista, uma grande greve, um escândalo de corrupção ou as eleições podem interferir bastante na Bolsa.

No entanto, esses fatos isolados não são os causadores das grandes oscilações e sim a forma como os investidores interpretam esses fatos.

A empresa envolvida no escândalo de corrupção pode ser uma grande expoente no mercado brasileiro e perder muitos investidores devido a essa crise de credibilidade. O receio de investidores estrangeiros em relação a determinado candidato à presidência também pode fazer o mercado de ações no Brasil perder investimentos externos.

É essa fuga ou atração de dinheiro que pode fazer a Bolsa de Valores subir ou cair.

Afinal, estamos falando da lei de oferta e de demanda. Se tem muitas pessoas interessadas em algo, essa coisa tende a ficar mais difícil de comprar (leia-se: mais cara), certo?

Agora, se quase ninguém se interessa por ela, então é grande a chance desse produto ou serviço ficar mais barato. Essa dinâmica também se aplica ao mercado de ações: uma ação se valoriza quando há mais investidores interessados em comprá-la e cai quando há mais pessoas querendo vendê-la do que comprar.

Quer saber quais fatores podem fazer uma ação subir? Veja só alguns exemplos:

  • Balanços corporativos com boas perspectivas de crescimento.
  • Decisões do conselho administrativo da empresa que agradam o mercado.
  • Conquista e fidelização de mercados nacionais e internacionais.
  • Expectativas de distribuição de lucros a acionistas.
  • Expansão e fortalecimento da empresa, devido à inauguração de novas filiais ou fusão com outras empresas, por exemplo.

Agora, também existem fatores que podem fazer uma ação cair, por exemplo:

  • Projeções negativas para o setor no qual a empresa faz parte.
  • Crise econômica.
  • Escândalos de corrupção, falha de segurança ou tragédias ligadas à empresa.
  • Problemas com o mercado externo.
  • Taxa Selic em alta, causando a fuga de investidores para a renda fixa.

Esses são apenas alguns exemplos do que pode fazer o Ibovespa subir ou cair. Mas devemos te lembrar que não é uma regra, afinal estamos falando de algo que pode vir a acontecer e influenciar a decisão de investimento das pessoas.

Outra situação que precisamos desmistificar é sobre a valorização do dólar toda vez que a Bolsa brasileira cai. Isso realmente costuma ocorrer, mas também não é uma regra. O que acontece é que quando a economia do país está passando por uma fase complicada, as expectativas sobre o futuro das empresas brasileiras passam a ser mais pessimistas.

Com essa perspectiva negativa, muitos investidores preferem ativos de menor risco e com alta liquidez, como o famoso dólar.

Essa procura maior pela moeda norte-americana, logicamente aumenta a demanda por ela e, portanto, faz seu preço subir e provoca uma queda no preço das ações brasileiras.

Porém, como dissemos, esse é um cenário possível quando a Bolsa do Brasil está em queda, mas não quer dizer que vai acontecer sempre que o Ibovespa apresentar um resultado negativo.

Portanto, a melhor dica para lidar com esse sobe e desce da Bolsa de Valores é ter calma e não deixar a emoção falar mais alto. Como você pode perceber, o mercado é feito de pessoas que agem e reagem de acordo com os eventos que acontecem aqui no Brasil e lá fora também. Mas nem sempre seguir o fluxo é a melhor saída.

Antes de comprar ou vender uma ação, você deve entender todo o contexto do mercado e observar as tendências que ele apresenta.

Lembre-se: tome sempre decisões de investimento baseadas em dados concretos.

Com a cabeça no lugar, você consegue agir de forma estratégica protegendo seu dinheiro e conquistando bons resultados, mesmo em períodos de forte movimentação do Ibovespa. Se você ainda não se sente confortável de fazer tudo por conta própria, sem problemas.

Na Toro, você conta com a ajuda de assessores certificados e pode usar uma plataforma inovadora que indica excelentes oportunidades do momento. Dessa forma, você pode investir na Bolsa de Valores com apenas alguns cliques e aproveitar o que ela tem de melhor para oferecer.

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História do Ibovespa

Depois de entender como funciona o sobe e desce do índice, vamos falar um pouco mais sobre a história desse índice. Afinal, para entender de fato o que é Ibovespa, precisamos entender como ele surgiu.

O Ibov foi criado em 1968, pela Bolsa de Valores de São Paulo (que hoje é chamada de B3, após incorporar outras instituições importantes desse mercado).

O Índice Bovespa surgiu a partir de uma série de mudanças que buscavam modernizar a estrutura do mercado financeiro do país. Ou seja, o Ibovespa foi criado pensando em uma forma de oferecer mais dados e informações técnicas para facilitar a avaliação dos investimentos feitos por aqui.

Mas antes do Ibov surgir, veio seu precursor: o Índice Bolsa de Valores (IBV) da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Esse índice não existe mais, assim como a Bolsa a que era ligado, mas a metodologia desenvolvida para o IBV serviu como base para termos o que é hoje o Ibovespa.

No início, apenas 17 ações faziam
parte do Índice Bovespa.

Entre as pioneiras, temos algumas que até hoje fazem parte dele, como as ações da Ambev (que na época se chamava Antarctica), do Banco Itaú, das Lojas Americanas e da Companhia Vale do Rio Doce (que depois de privatizada, passou a se chamar Vale).

Nesse período todo em que existe, mais de 50 anos, o Ibovespa acumulou ganhos de 2481,39% desde a sua criação, em 1968, até meados de 2018. Segundo dos dados da Economatica, na primeira metade do seu centenário, o índice teve 25 anos finalizados com ganhos e 25 anos concluídos com perdas.

Na sua trajetória, houve momentos marcantes:

  • O pior ano para o índice foi 1990, quando acumulou perdas de 74,11%. Esse cenário ocorreu em meio ao anúncio do Plano Collor, que afetou as cadernetas de poupança de vários poupadores brasileiros.
  • Por outro lado, o maior retorno foi registrado no ano seguinte, em 1991, quando o Ibovespa conquistou ganhos de 316,38%. Nesse mesmo ano, houve a maior alta diária já registrada para o índice, em 4 de fevereiro. O Ibov subiu 36% nesse dia por causa da expectativa positiva dos investidores em relação ao Plano Collor 2, que prometia controlar a inflação no país.
  • Em 2018, o índice atingiu máximas históricas, entre outros motivos, devido às expectativas do mercado interno e externo com o resultados das eleições presidenciais.

De 1968 para cá, alguns critérios de composição do Ibov foram aprimorados e o índice cresceu nesses mais de 50 anos para se tornar uma referência do mercado nacional e internacional.

Conheça outros índices da B3

Nem só de Ibovespa vive a nossa Bolsa de Valores, sabia? Existem outros índices listados na Bolsa do Brasil e que também são referência para muitos investidores, cada um à sua maneira. Veja só:

Índices amplos

Nessa categoria, além do Índice Bovespa, estão:

  • IBrX 100 - Índice que mede o desempenho médio das cotações dos 100 ativos de maior negociabilidade e representatividade da Bolsa brasileira.
  • IBrX 50 - Semelhante ao IBrX 100, só que foca nas 50 ações com maior negociabilidade da B3.
  • IBrA - Avalia o desempenho médio das cotações de todos os ativos negociados no mercado à vista (lote padrão) da B3. Sendo que esses ativos devem atender a critérios mínimos de liquidez e presença no pregão.

Índices de governança

  • IGCX - O Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada é um indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas listadas no Novo Mercado ou nos Níveis 1 ou 2 da B3.
  • ITAG - O Índice de Ações com Tag Along Diferenciado mede o desempenho médio das cotações das ações de empresas que oferecem melhores condições aos acionistas minoritários, em caso de mudança do controle da companhia.

Índices de segmento

  • MLCX - O chamado Índice MidLarge Cap serve como um importante indicador para mostrar o desempenho médio das cotações dos ativos de uma carteira composta pelas empresas de maior capitalização, ou seja, que possuem bons níveis de liquidez (ou solvência) - maior flexibilidade para lidar com suas obrigações/dívidas - e que apresentem um grande valor de mercado (preço das ações x total de ações).
  • SMLL - O Índice Small Cap indica a média de desempenho das cotações dos ativos de uma carteira composta pelas empresas de menor capitalização (small caps) da Bolsa brasileira.
  • IDIV - Também chamado de Índice Dividendos, esse indicador mostra o desempenho médio dos ativos ligados a empresas que se destacaram pela remuneração aos investidores, através da distribuição de dividendos e de juros sobre o capital próprio.

Índices de sustentabilidade

  • ICO2 - A sigla significa Índice Carbono Eficiente e se refere às ações de empresas listadas no índice IBrX-50 que passaram a adotar melhores práticas sobre suas emissões de gases efeito estufa (GEE).
  • ISE - O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) é utilizado para analisar a performance das empresas listadas na B3 com relação à sua sustentabilidade corporativa, considerando critérios como: eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa.

Índices setoriais

  • IFNC - O Índice Financeiro é um indicador usado para verificar o desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade ligados aos setores de intermediários financeiros, serviços financeiros diversos, previdência e seguros.
  • IMOB - Esse índice, como se deve imaginar pela sigla, avalia o desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade do setor imobiliário e de construção civil.
  • UTIL - Esse índice está ligado aos serviços de utilidade pública (energia elétrica, gás, água e saneamento). Ele mede o desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade de empresas desse setor.
  • INDX - Essa sigla se refere ao Índice do Setor Industrial, que foi desenvolvido a partir da necessidade de avaliar o desempenho das ações mais representativas do setor industrial (englobando atividades ligadas a materiais básicos, bens industriais, consumo cíclico, consumo não cíclico, tecnologia da informação e saúde).

Índices SPDJI/BVMF

  • Índice de commodities - O Dow Jones/B3 Índice de Commodities foi criado com o objetivo de ser uma medida ampla do mercado brasileiro de contratos futuros de commodities.
  • Índice de renda fixa - O Índice S&P-B3 Inflação NTN-B avalia o desempenho dos títulos públicos brasileiros do Tesouro Nacional mais líquidos, que sejam denominados em reais e indexados à inflação (IPCA).
  • Índice de futuros - Indicador ligado ao Mercado Futuro que tem duas subcategorias:

- S&P/B3 Índice de Futuros de Taxa de Câmbio - Esse índice tem por objetivo medir o desempenho de uma carteira teórica que inclui um contrato futuro de moeda com rolagem mensal.
- S&P/B3 Índice de Futuros de Taxa de Juros - Esse indicador serve para medir o desempenho de uma carteira teórica composta por contratos futuros de DI de 3 anos.

Listamos aqui alguns dos principais índices da Bolsa de Valores brasileira. Para aprender mais sobre esses e outros índices disponíveis na B3, acesse o site da Bolsa.

Outros índices mundiais

Você acabou de ver os outros índices que existem na B3, certo? Mas achamos importante que você também conheça os principais índices das maiores Bolsas ao redor do mundo. Talvez alguns deles você até já tenha ouvido falar. Confira:

  • S&P 500 (EUA)

O S&P 500, da Standard & Poor’s, agrega as ações das 500 principais empresas da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Ele é muito famoso porque traz ativos de grandes marcas, por exemplo: Apple, Facebook, Google, Coca-Cola, Nike e Disney.

E sabe o mais legal? Você pode investir nesse índice sem sair do Brasil. Pela B3, você pode comprar e vender contratos futuros do S&P 500 e conquistar bons resultados com essas empresas mundialmente famosas.

  • Nasdaq Composite (EUA)

O índice Nasdaq Composite também está vinculado a uma Bolsa norte-americana e agrega pequenas e médias empresas de capital aberto. Entre as empresas listadas nesse índice, há muitas companhias ligadas ao setor de tecnologia, como: Adobe, Amazon.com, e Discovery.

  • Dow Jones (EUA)

Também chamado de DJIA ou Dow Jones 30, esse é um dos índices mundiais que provavelmente você já ouviu falar. Criado pelo The Wall Street Journal, o Dow Jones Industrial Average reúne as ações de 30 empresas escolhidas pelo jornal, entre elas: Microsoft, McDonald’s e Johnson & Johnson.

  • DAX (Alemanha)

Ligado à Bolsa de Valores de Frankfurt, o índice DAX indica a performance das ações de empresas importantes da Alemanha, como BMW, Bayer e Volkswagen.

  • CAC 40 (França)

Contando com a presença de ações de companhias mundialmente famosas, como Peugeot, Carrefour, e L’Oreal, o índice CAC 40 é um dos mais famosos da Bolsa de Valores de Paris.

  • FTSE 100 (Reino Unido)

A sigla FTSE 100 significa Financial Times Stock Exchange 100 e se refere ao principal índice da Bolsa de Londres. Nele, estão listadas ações de empresas como: HSBC, Shell, Vodafone, Barclays, Unilever e Rolls Royce.

  • Shanghai Composite (China)

Que a China é um expoente econômico ninguém pode negar. Não é à toa que um dos seus índices mais famosos também merecem estar nessa lista. O Shanghai Composite, vinculado à Bolsa de Xangai, foi criado em 1990.

  • Nikkei 225 (Japão)

O índice Nikkei 225, mais famoso da Bolsa de Tóquio, agrega ações de empresas que conhecemos bem por aqui, por exemplo: Ajinomoto, Honda, Nissan, Fujifilm, Canon, Suzuki e Sony.

  • Hang Seng (Hong Kong)

Esse índice asiático também é bastante importante pois indica a performance das ações das 50 maiores empresas do mercado de Hong Kong. Criado em 1969, reúne ações de empresas como Banco da China, AIA e PetroChina.

É possível investir no Ibovespa?

Depois de saber o que é Ibovespa e de como ele funciona, você deve estar se perguntando se é possível investir nele e como fazer isso. Bem, já vamos avisando que não tem como investir no Ibov diretamente.

Mas não precisa ficar triste, porque dá sim para lucrar com o sobe e desce desse índice. Por um lado, você poderia adquirir todas as ações que fazem parte dele e acompanhar a valorização delas.

Mas, como já falamos, são mais de 60 ativos e isso seria bastante trabalhoso e caro. Diante desse cenário, a melhor saída é negociar contratos futuros do Ibovespa.


Existem duas opções no mercado: índice cheio e mini índice. Veja só a diferença entre eles:

INFORMAÇÕES   ÍNDICE CHEIO MINI ÍNDICE
Código IND WIN
Cotação R$1,00 por ponto R$0,20 por ponto
Tamanho do Contrato R$1,00 x pontos do Ibovespa R$0,20 x pontos por Ibovespa
Lote mínimo 5 contratos 1 contrato
Meses de Vencimento Meses pares Meses pares
Data do Vencimento Quarta-feira mais próximo ao dia 15 do mês de vencimento Quarta-feira mais próximo ao dia 15 do mês de vencimento
Horário de Negociação 9h às 18h10* 9h às 18h10*

*O horário de negociação pode mudar. Portanto, verifique no site da B3 qual o horário atual.

Entendeu as particularidades de cada contrato de índice e veio a vontade de começar a investir no Ibovespa? Então, veja um passo a passo para fazer esse desejo virar realidade:

1 - Abra uma conta em corretora

A corretora de valores é a ponte entre você e os investimentos. Através dela, você poderá comprar e vender ativos e títulos de acordo com suas expectativas. Por isso, a primeira etapa para investir nos contratos futuros de Ibovespa é abrir uma conta.

Lembre-se de escolher uma corretora
que te ofereça tecnologia, segurança e boas oportunidades por um preço justo, ok?

2 - Descubra seu perfil de investidor

Antes de sair por aí aplicando seu dinheiro em qualquer oportunidade que aparece, você precisa saber quais opções do mercado realmente se adequam ao seu perfil.

E para descobrir isso, você pode contar
com a ajuda de especialistas da área.

Com esse perfil em mãos, você vai ter mais facilidade para escolher investimentos que têm tudo a ver com seus objetivos. Se seu perfil de investidor mostrar que os contratos futuros do índice Bovespa são indicados para você, já dá para seguir para o próximo e último passo.

3 - Saiba o melhor momento para investir

Como você já sabe bem, a Bolsa de Valores de seus altos e baixos. Então, saber a hora certa de investir é muito importante para alcançar os resultados desejados. Mas fazer isso?

Isso é possível através de uma
análise do mercado, observando
suas movimentações e tendências.

Se você acha complicado fazer isso tudo por conta própria, não se preocupe. Aqui na Toro, você tem acesso às melhores oportunidades do momento e pode investir em contratos de índice futuro, ou outro ativo do seu interesse, com poucos cliques. Que tal testar nossa plataforma agora mesmo?

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