O retorno em proventos dos Fundos Imobiliários (FIIs) varia de acordo com o valor do dividend yield (DY). Assim sendo, 200, 300 e 500 mil reais investidos em um FII ou carteira de Fundos com DY mensal médio de, por exemplo, 0,70% renderá R$ R$ 1.400, R$ 2.100 e R$ 3.500 por mês, respectivamente.
Investidores com capital disponível considerável, como 200, 300 ou 500 mil reais, muitas vezes buscam os Fundos Imobiliários (FIIs) como uma alternativa para obter ganhos significativos e diversificar sua carteira.
Neste artigo, vamos explorar como esses montantes podem ser aplicados no mercado de FIIs e mostrar de forma clara e objetiva quanto rendem ao investir em diferentes Fundos Imobiliários.
Se você é um investidor de alta renda ou possui um patrimônio significativo, encontrará informações valiosas para maximizar seus retornos por meio desses investimentos imobiliários.
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Por que investir mais de R$ 200 mil em Fundos Imobiliários?
Investir R$ 200 mil ou mais em Fundos Imobiliários (FIIs) oferece diversas vantagens para investidores de alta renda.
Antes de calcular a rentabilidade, é importante lembrar as vantagens de investir em Fundos Imobiliários (FIIs), como a geração de renda passiva através da distribuição de resultados aos cotistas.
As principais vantagens de um patrimônio elevado em FIIs são:
- Menos oscilação: os preços têm variações mais suaves em comparação com as ações.
- Renda constante: rendimentos consistentes, ideais para quem busca uma fonte de renda passiva.
- Isenção fiscal: os dividendos são isentos de IR, o que aumenta seus ganhos líquidos.
- Diversificação: ao alocar uma quantia substancial em FIIs, você pode diversificar sua carteira, reduzindo riscos e aproveitando as oportunidades oferecidas por diferentes segmentos imobiliários, como shoppings, lajes corporativas ou logística, por exemplo.
- Gestão profissional: os gestores dos Fundos procuram as melhores oportunidades para os cotistas.
Por fim, para investidores de alta renda, a liquidez dos FIIs também é uma vantagem, pois permite a flexibilidade na compra e venda de cotas.
Com o auxílio de um Assessor de Investimentos especializado, é possível otimizar a seleção de FIIs e maximizar os retornos.
Além das vantagens mencionadas anteriormente, nos últimos anos, os Fundos Imobiliários que fazem parte do IFIX – índice de referência dos FIIs – têm apresentado uma valorização superior ao CDI e ao IMOB (índice das ações de construtoras e do ramo imobiliário).
Observe:
Cálculo: quanto rendem 200, 300 e 500 mil reais em FIIs?
Agora, vamos calcular a rentabilidade de um investimento de 200 mil reais ou mais em Fundos Imobiliários.
Para isso, precisaremos do dividend yield, que representa o retorno em proventos em relação à cotação do ativo. O cálculo é o seguinte:

Assim sendo, para fazer o cálculo de quanto rende R$ 200, 300 ou 500 mil em FIIs, faça esta multiplicação:
Rendimento mensal em dividendos = dividend yield × valor investido
Veja algumas simulações a diferentes valores de DY:
| Investimento | Dividend yield mensal | Rendimento mensal estimado |
|---|---|---|
| R$ 200 mil | 0,4% | R$ 800 |
| 0,8% | R$ 1.600 | |
| 1,2% | R$ 2.400 | |
| R$ 300 mil | 0,4% | R$ 1.200 |
| 0,8% | R$ 2.400 | |
| 1,2% | R$ 3.600 | |
| R$ 500 mil | 0,4% | R$ 2.000 |
| 0,8% | R$ 4.000 | |
| 1,2% | R$ 6.000 |
Então, com um patrimônio de R$ 500 mil em FIIs que retornam um rendimento de 0,8%, você obtém R$ 4 mil por mês livres de impostos.
Esse valor não é difícil de alcançar, como veremos no gráfico abaixo. Contudo, é preciso sempre buscar aconselhamento profissional para buscar o melhor rendimento sem correr riscos desnecessários para o seu perfil.
Confira, no gráfico a seguir, a evolução da rentabilidade média anual dos Fundos Imobiliários (FIIs) que compõem o índice IFIX desde 2012:
Assim, uma carteira composta por FIIs terá uma média de rendimento em dividendos em relação aos ativos que a compõem.
É importante ressaltar que o dividend yield de cada Fundo Imobiliário é determinado pelo valor das cotas, as condições do mercado, o desempenho da gestão e outros fatores.
A rentabilidade dos Fundos Imobiliários (FIIs) também é influenciada pelo grau de risco e pelas flutuações da taxa de juros (Selic) no cenário atual.
Por fim, é possível consultar o dividend yield médio mensal de cada FII no relatório da administração disponível no site da B3 ou em portais especializados.
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Como montar uma carteira de Fundos Imobiliários (FIIs)?
Antes de concluir, vamos compartilhar algumas dicas valiosas dos nossos especialistas de mercado para ajudar você a construir uma carteira vencedora de Fundos Imobiliários.
Não se esqueça de que, antes da rentabilidade, a diversificação é a chave para proteger seu patrimônio no mercado de ações.
Portanto, ao investir quantias mais elevadas, é essencial não negligenciar a diversificação do portfólio e concentrar seu dinheiro em poucos FIIs ou poucas ações pagadoras de dividendos.
8 dicas para construir sua carteira de FIIs
- Analise o histórico do FII e diversifique em gestoras competentes.
- Prefira os FIIs que possuem maior liquidez no mercado, ou seja, aqueles com maior volume de negócios diários.
- Nos Fundos Imobiliários de tipo tijolo, é recomendado investir naqueles que possuam imóveis de qualidade e inquilinos confiáveis.
- Diversifique seu portfólio de FIIs de forma equilibrada, investindo em diferentes tipos, como os Fundos de tijolo, de papel, híbridos, Fiagros e FOFs.
- Invista em diferentes tipos de imóveis nos FIIs, como logísticos, lajes corporativas, industriais, edifícios, entre outros, para diversificar sua carteira e aproveitar as oportunidades oferecidas por cada segmento imobiliário.
- Invista em Fundos Imobiliários que possuam um portfólio diversificado em várias regiões geográficas do país.
- Ao analisar os Fundos Imobiliários de tipo papel, é importante verificar a composição da carteira e quais são os indicadores utilizados como referência (IPCA, CDI, IGP-M, etc).
- Distribua de forma equilibrada os FIIs na sua carteira para reduzir o risco. Caso um Fundo seja mais arriscado, aloque uma proporção menor em relação ao total da sua carteira.
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