As empresas que estão com ações em queda são: Pão de Açúcar (PCAR3), IRB Brasil (IRBR3), EZTEC (EZTC3) Ultrapar (UGPA3), BB Seguridade (BBSE3), TIM (TIMS3), Cyrela (CYRE3), Lojas Americanas (LAME4), Sabesp (SBSP3) e SulAmérica (SULA11).

Estar por dentro de quais são as ações em queda hoje representa uma oportunidade de ganhos. Primeiro, há a chance de comprar suas ações por um preço mais barato, potencializando os seus ganhos no longo prazo.

Além disso, pode utilizar essa informação para traçar estratégias para ganhar com vendas papeis em queda (operar vendido) ou de venda a descoberto. Logo, com o aquecimento do mercado, há a possibilidade para todos os tipos de investidores.

Um levantamento da Yubb mostrou que as ações foram o tipo de investimento que mais atraíram interesse em 2021.

Os Fundos de Ações foram o terceiro da lista, de acordo com a pesquisa. O top 10 dos investimentos preferidos no Brasil foi: ações, CDBs, Fundos de Ações, Fundos Multimercados, Tesouro Direto, ETFs, LCI/LCA, FIIs, Criptoativos e LCs. Portanto, o momento é das ações e neste artigo, vamos abordar quais são os papeis que estão em queda para você aproveitar as oportunidades.

Ao ler todo o conteúdo, você vai desvendar:

  • Como está a Bolsa de Valores hoje.
  • O que faz o mercado e as cotações das ações caírem.
  • As ações em queda hoje: fechamento do primeiro semestre.
  • Ações com as maiores quedas mês a mês.
  • Como ganhar com ações em queda.

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Qual é o atual patamar da Bolsa de Valores?

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores, iniciou 2021 com uma alta constante até os 125 mil pontos. Contudo, o fechamento do primeiro bimestre foi negativo com quedas tanto em janeiro quanto fevereiro. 

A partir de março, o índice buscou a retomada das altas com o otimismo pela vacinação e reabertura da economia, beneficiando também pelo cenário externo e pela valorização das commodities. Com isso, o Ibovespa atingiu o recorde de 130 mil pontos no mês de junho.

Entretanto, nos últimos meses, temos acompanhado um movimento de queda do Ibovespa, que foi fomentado pelas preocupações em relação à disseminação da variante Delta, além de receios em torno da aceleração dos índices inflacionários e dados econômicos mais fracos nas principais economias do mundo. Somado a isso, no cenário doméstico, ainda observamos as incertezas sobre o cenário fiscal em conjunto com a crise hídrica-energética.

Na oscilação mensal, a variação do Ibovespa se comportou da seguinte forma no mês a mês:

Mês Variação (%)
Janeiro −3,32%
Fevereiro −4,21%
Março +5,90%
Abril +1,94%
Maio +6,16%
Junho +0,46%
Julho −3,94%
Agosto −2,48%
Setembro −6,57%


Os principais fatos que mexeram com os mercados e com os índices, tanto no Brasil quanto no exterior, foram:

  • O aumento do número de doses de vacinas aplicadas e a retomada econômica.
  • Os dados da inflação no Brasil e nos EUA, bem como os ajustes na taxa de juros.
  • A recuperação dos países com dados do PIB.
  • Os números da dívida pública e entrada do investidor estrangeiro.
  • As discussões em torno da Reforma Tributária.
  • A crise hídrica-energética.
  • A crise energética na China e o desenrolar das dificuldades da Evergrande.
  • Inflação recorde na Europa.
  • Orçamento federal de 2022.
Veja as melhores ações para investir no curto prazo hoje Acesse agoraO que faz a Bolsa e a cotação das ações caírem?

Antes de falarmos dos papéis que estão em queda, vamos lembrar alguns dos fatores que podem fazer com que a Bolsa de Valores e a cotação das ações caiam. Isso se faz importante, pois um investidor bem informado e consciente do que se passa no mercado estará mais preparado para ter melhores retornos.

A Bolsa de Valores pode entrar em períodos de queda por diversos motivos, sendo os principais entre eles:

  • Maior força dos vendedores.
  • Pessimismo com a economia de modo geral.
  • Riscos políticos, fiscais, administrativos, jurídicos, tributários e econômicos do país.
  • Crises setoriais.
  • Ciclos de baixas das commodities.
  • Políticas monetárias contracionistas, isto é, aumento na taxa de juros.
  • Expectativas ruins para o futuro das principais empresas da Bolsa, entre outros.

É importante lembrar que, quando falamos que o mercado está caindo, normalmente toma-se como referência algum índice, como o Ibovespa, o Small Caps, entre outros. Esses indicadores funcionam como termômetros que ajudam a mensurar as tendências do mercado.

no caso das empresas, o preço das ações no pregão de negociação podem ter tendência de alta ou baixa, independente da direção do índice. Por exemplo, as ações da empresa X podem estar caindo mesmo que o índice esteja em alta.

6 ações caíram mais de 20% no primeiro semestre de 2021, mesmo com o Ibovespa fechando em alta no mesmo período.

Os principais fatores que podem fazer com que a cotação de uma ação esteja em queda, especialmente no curto prazo, são:

  • Piora nas expectativas de geração de lucro ou caixa da empresa.
  • Prejuízos consecutivos nos resultados trimestrais.
  • Denúncias contra a empresa ou falhas da administração.
  • Perda de espaço no mercado pela entrada de concorrentes ou produtos substitutos.
  • Mudanças na legislação ou tributação que impactem a companhia.
  • Crise no setor em que atua, entre outros.

Por fim, é importante diferenciar o que são os riscos sistêmicos e não-sistêmicos. Os não-sistêmicos são aqueles que afetam uma empresa ou grupo de empresas específicos e não todas as empresas (como a atual crise hídrica-energética).

Já os sistêmicos, por sua vez, dizem respeito aos riscos que envolvem todas as empresas da Bolsa (mudanças na tributação, grandes crises recessões econômicas, por exemplo). 

Confira um vídeo especial do nosso Analista de Investimentos, Victor Lima, sobre os investimentos de curto prazo:

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Grandes crises econômicas na história da Bolsa de Valores

Outro ponto importante que o investidor saiba é estar por dentro quais foram as principais crises econômicas da história do mercado. Isso é importante para saber como elas aconteceram, impactaram o mercado e como a Bolsa de Valores se recuperou. Desse modo, é possível investir com mais segurança, tranquilidade e consciência, além de aproveitar as oportunidades das ações em queda.

As principais crises ou acontecimentos da história recente que causaram recessões e/ou fizeram com que muitas ações caíssem foram:

  • 2020/2021: pandemia do Covid-19.
  • 2015/2016: recessões econômicas de 2015/2016 no Brasil.
  • 2008: crise do subprime.
  • 2001: atentados de 11 de setembro em Nova York.
  • 1995 a 2000: bolha da internet.
  • 1997: crise dos tigres asiáticos.
  • 1994: crise dos mercados emergentes.
  • 1980: crise da dívida dos países latino-americanos.
  • 1973: crise da OPEP.
Esses são alguns exemplos de como as crises fazem parte do sistema econômico e acontecem de tempos em tempos, impactando o desempenho das ações na Bolsa. 

Portanto, sempre haverá momentos em que o mercado enfrentará períodos de ações em queda, que podem ser oportunidades de investimentos e estratégias de trading, como dissemos. 

Antes de prosseguir, assista este vídeo de como começar a investir com a ajuda de especialistas:

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Ações em queda hoje: o fechamento do primeiro semestre de 2021

Agora, vamos falar das ações que estão em queda hoje, sobretudo com o fechamento do primeiro semestre de 2021. Em outro artigo, falamos sobre as maiores altas da Bolsa de Valores, que acompanha o ciclo de alta das commodities e a expectativa com a vacinação e recuperação econômica.

A lista das ações em queda hoje engloba empresas de diferentes setores e motivos variados fazem com que estejam caindo.

Portanto, não é possível determinar um único motivo que justifique a razão pela qual as principais quedas do Ibovespa nos primeiro seis meses do ano aconteceram. Vamos conhecê-las?

Lista das 10 ações que mais caíram em 2021

Segundo levantamentos da Revista Exame e do Valor Investe, as 10 empresas do Ibovespa com as maiores desvalorizações no primeiro semestre de 2021 foram:

Empresa Código Variação em 2021 (%)
Pão de Açúcar PCAR3 −34,22%
IRB Brasil IRBR3 −29,46%
EZTEC EZTC3 −26,53%
Ultrapar UGPA3 −20,73%
BB Seguridade BBSE3 −20,72%
TIM TIMS3 −20,53%
Cyrela CYRE3 −17,30%
Lojas Americanas LAME4 −17,14%
Sabesp SBSP3 −17,03%
Grupo SulAmérica SULA11 −16,56%

Fontes: Exame/Valor Investe

Como dissemos, no curto prazo, muitos fatores podem fazer com que o preço das ações caiam. Os fatos que cercaram as empresas da lista acima no primeiro semestre foram:

1. Pão de Açúcar (PCAR3)

No noticiário do Grupo Pão Açúcar, estiveram presentes rumores de uma possível venda da marca pelo dono Grupo Casino, embora o GPA já tenha desmentido. Além disso, no primeiro trimestre, houve a cisão do Grupo com o Assaí, que está negociando suas ações de forma separada na B3. Ainda assim, a ação está entre as recomendações do Relatório Ações Baratas da Toro Investimentos. Vale dar uma olhada!

2. IRB Brasil (IRBR3)

Os papeis da resseguradora IRB Brasil ainda refletem a crise de imagem vivida pela companhia. A queda acentuada começou no início de 2020, quando a gestora Squadra apontou irregularidades na contabilidade da empresa.

3. EZTEC (EZTC3)

O ano da EZTEC começou com as reações ao resultado neutro no 4º trimestre do ano passado, devido à redução das operações, afirmou o Credit Suisse. Além disso, a empresa segue em recuperação no setor da construção civil, que observou alta nos preços dos materiais e no custo da energia. 

4. Ultrapar (UGPA3)

A Ultrapar recentemente vendeu à Porto Seguro sua participação na ConectCar por R$165 milhões e confirmou negociação para também se desfazer da Oxiteno. Ademais, o mercado está analisando a empresa além do lucro e observando de perto seu desempenho operacional.

5. BB Seguridade (BBSE3) 

A BB Seguridade teve mudanças na direção da companhia com as trocas recentes na presidência e diretoria comercial. Além disso, sua concorrente Caixa Seguridade fez o IPO em 2021 e o mercado observa como as seguradoras vão se comportar com a inflação e com os aumentos da taxa de juros.

6. TIM (TIMS3) 

O noticiário da TIM foi marcado pelos investidores aguardando a decisão do CADE em aprovar a venda da Oi Móvel, que seria "repartida" entre a Tim, Vivo e Claro.

7. Cyrela (CYRE3)

Na Cyrela, o diretor de Relações com Investidores, Miguel Mickelberg, informou, em março, que a companhia iria suspender lançamentos temporariamente, devido ao agravamento da pandemia. Por outro lado, afirmou ainda que as vendas do começo do ano foram muito boas.

8. Lojas Americanas (LAME4)

A companhia anunciou que irá realizar a fusão com a B2W, criando a Americanas SA. Além disso, as ações do varejo estão atentamente observando as medidas de reabertura ou restrição econômica neste semestre.

9. Sabesp (SBSP3)

No radar da Sabesp, as notícias giram em torno das informações sobre a sua privatização. O governo do estado optou por contratar uma empresa de consultoria para fazer o estudo sobre isso.

10. SulAmérica (SULA11)

A SulAmérica teve a posse de um novo CEO em março. Além disso, a gestora BlackRock vendeu parte de suas ações na companhia, reduzindo sua participação para 2,51%. Por fim, na divulgação dos resultados, a empresa reportou lucro 90% menor no 4º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019.

Antes de terminar esse tópico, tenha em mente que os resultados passados não são garantia de que o mesmo acontecerá no futuro

Por fim, caso você goste de seguir as ações indicadas pelos Analistas, a pedida é acompanhar a carteira mensal recomendada da Toro Investimentos. Todos os meses, os experts selecionam os papéis com o maior potencial de valorização.

Para ter uma boa e diversificada carteira de investimentos, veja o vídeo abaixo:

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Maiores quedas mês a mês em 2021

Neste tópico, vamos esmiuçar as ações em queda nos últimos três meses com as ações do Ibovespa. Vale lembrar que as oscilações de curto prazo podem fazer com que o preço se mexa tanto para cima quanto para baixo e os ativos podem se recuperar na sequência, fazendo que as quedas mensais sejam ou não significativas no longo prazo.

Ações com as maiores quedas em Julho

Na sequência, as ações abaixo foram as que estiveram entre as de pior desempenho em julho dentro do Ibovespa:

Empresa Código Variação (%)
Lojas Americanas LAME4 −67,15%
Americanas SA AMER3 −25,90%
Via VIIA3 −20,27%
Pão de Açúcar PCAR3 −19,74%
CVC CVCB3 −19,55%

Fonte: Valor Investe/Valor Data

Ações com as maiores quedas em Agosto

As ações que mais perderam valor no Ibovespa em agosto foram:

Empresa Código Variação (%)
CSN CSNA3 −23,35%
Via VIIA3 −17,47%
Ultrapar UGPA3 −17,25%
Qualicorp QUAL3 −17,01%
Iguatemi IGTA3 −16,26%

Fonte: Valor Investe/Valor Data

Ações com as maiores quedas em Setembro

Por fim, os papeis abaixo foram as ações com as principais quedas da Bolsa (Ibovespa) em setembro:

Empresa Código Variação (%)
Banco Inter Unit BIDI11 −31,18%
Banco Inter PN BIDI4 −28,56%
Via VIIA −25,79%
Americanas AMER3 −25,24%
Magazine Luiza MGLU3 −21,38%

Fonte: Valor Investe/Valor Data

Como foi dito, as quedas podem ser uma oportunidade de montar ou reforçar a sua carteira. Caso não saiba por onde começar, veja como Pioneiros da Bolsa pode te ajudar clicando no link abaixo:

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Como ganhar com as ações em queda?

Para terminar esse artigo, vamos abordar como é possível também se beneficiar das ações em queda hoje. 

É importante destacar que as ações citadas no artigo não são recomendações de compra ou venda nem necessariamente expressam a opinião dos especialistas da Toro Investimentos. 

Caso queira saber quais são as ações baratas para comprar hoje, baixe o relatório especial no link abaixo: 

SAIBA MAIS • Relatório especial de ações mais baratas da Bolsa da Toro Investimentos

De acordo com os seus objetivos e perfil de investidor ao investir em renda variável, é possível imaginar algumas ações para ganhar com a queda do mercado.

Estratégias para as ações em queda

Quando pensamos em queda, não necessariamente significa um momento de perder muito dinheiro. Para poder tirar algum proveito das ações em queda, é possível realizar algumas ações que podem te beneficiar, tais como:

  • Operar vendido (short selling) / venda a descoberto: se você opera Day Trade ou swing trade, pode traçar estratégias para operar vendido e ganhar com a queda das cotações. Saiba mais sobre a estratégia de venda a descoberto clicando aqui.
  • Hedge de ações: a estratégia de hedge de ações é uma forma de fazer com que a volatilidade dos ativos não afete os seus investimentos de modo muito negativo. Ela é realizada comprando opções de ações ou aplicando em índices que são beneficiados com a movimentação descendente do mercado.
  • Comprar mais: caso você invista visando o longo prazo, o preço das ações em queda é uma oportunidade de comprar os papéis por um preço mais em conta, caso a empresa esteja dentro dos seus critérios como investidor e faça parte da sua estratégia.

Por falar em comprar ações, confira no infográfico animado abaixo todos os passos para comprar suas ações e ter sucesso na Bolsa de Valores. Se ficar alguma dúvida, também disponibilizamos um tutorial em vídeo no final da página:

Como investir na Bolsa de Valores

Antes de fechar essa página, veja como é simples comprar ações na plataforma da Toro Investimentos com Corretagem Zero:

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