Já imaginou um mundo sem agências bancárias físicas, em que todos os serviços pudessem ser resolvidos a qualquer hora do dia por meio de seu smartphone — com direito a atendimento de qualidade à sua disposição?

Imagine ainda um cenário em que você pudesse aumentar e reduzir o limite de seu cartão de crédito sem falar com ninguém, com apenas 1 clique no aplicativo. Para o terror dos bancos tradicionais, que se agarram à burocracia para amarrar seus clientes, esse mundo já existe e se chama fintech. Mas você sabe realmente o que é fintech?

As fintechs são frutos da 4ª Revolução Industrial que marca nossa vida atualmente. No setor produtivo, fábricas inteligentes já começam a produzir itens customizados em larga escala, sem a necessidade de estoques. No mercado financeiro, essa revolução também vem mudando conceitos antigos e transformando o setor.

Então, que tal aprender o que é fintech e saber mais sobre isso?

O que é Fintech?

Muita gente já usa os serviços dessas empresas, mas sem saber essencialmente o que significa fintech. As fintechs são empresas que redesenham a área de serviços financeiros com processos inteiramente baseados em tecnologia.

A própria palavra fintech já entrega sua essência: é a junção das palavras financial (financeiro) e technology (tecnologia).

Mas esses serviços inovadores não se resumem a bancos digitais. Apesar de estarem sob um mesmo nome, essas empresas podem oferecer produtos e serviços diferentes entre si.

Veja algumas possíveis áreas de atuação que uma fintech pode ter:

Fintechs de pagamento

As fintechs de pagamento surgem para facilitar nossa vida quando o assunto é compra e venda. Podem oferecer novidades em cartões de crédito ou máquinas de cartão, por exemplo. Nessa categoria, entra o Nubank, que surgiu como uma empresa de cartão de crédito sem taxas e anuidade, além de cobrar juros rotativos abaixo da média de mercado.

Fintechs de crédito ou empréstimo

Já pensou aproximar quem precisa de dinheiro e quem pode emprestar cobrando juros menores? Bem, é essa a ideia das fintechs de crédito ou empréstimo. Elas possuem estrutura enxuta e realizam análise de crédito a partir de soluções tecnológicas para melhorar a dinâmica dos serviços financeiros. Um exemplo é a Geru.

Fintechs de crowdfunding

Ter uma ideia de negócio é fácil. O difícil é tirar essa ideia do papel e conseguir capital para materializá-la. A Catarse, primeira plataforma de crowdfunding (financiamento coletivo) do Brasil — outro ótimo exemplo para compreender o que é uma fintech —, foi aberta para facilitar esse processo.

Fintechs de Bitcoins

Com a febre dos Bitcoins mundo afora, surgiram fintechs para facilitar as transações dos investidores por aqui. Empresas como a Mercado Bitcoin cresceram muito em pouco tempo, aproveitando o interesse pela novidade digital.

Fintechs de controle financeiro

Para quem precisa manter as finanças em ordem, vieram as fintechs de controle financeiro. Um exemplo desse tipo é o Organizze, que auxilia no controle de despesas pelo celular, permitindo a criação de categorias de gastos e definição de metas.

Fintechs de investimento

Para oferecer mais facilidade na hora de fazer seu dinheiro render, vieram as fintechs de investimentos. A Toro surgiu para ressignificar o conceito de corretora de valores, oferecendo a melhor experiência digital de investimentos do mundo.

Somos a primeira fintech a abrir uma corretora de valores de forma totalmente independente de bancos, o que permite que nossos serviços sejam mais acessíveis, menos burocráticos e mais práticos.

No final do mês de outubro de 2018, a empresa CB Insights, divulgou uma lista onde aparecemos entre as 250 fintechs mais promissoras do mundo neste ano. Além disso, estamos entre as 12 empresas mais relevantes no setor de investimentos, aparecendo ao lado de grandes nomes do mercado como Coinbase e Robinhood.

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Os serviços financeiros na era dos negócios digitais

Um dia achamos normal ir a uma locadora de filmes para pegar emprestadas algumas fitas de vídeo, retornando 2 dias depois para devolvê-las sem ter que pagar multa. Tempos depois, surgiram as plataformas de streaming e hoje ninguém mais sabe por onde andam as videolocadoras.

Da mesma forma, também já achamos incrível ter uma máquina fotográfica Kodak para filme de 36 poses. Aí surgiu a fotografia digital, mais prática e com resolução muito superior, devastando a empresa que chegou a ter 80% do mercado fotográfico mundial.

Isso também se aplica a outros produtos e serviços engolidos pela tecnologia, como máquinas de escrever, FAX e etc. Assim como esses exemplos que acabamos de mostrar, o setor financeiro está vivendo uma reinvenção em seu modelo de negócios.

E isso se deve muito ao conceito de o que é fintech.

Em uma era em que o dinheiro em papel começa a ser eliminado do sistema financeiro de muitos países, não faz mais sentido usar bancos e corretoras de valores como usávamos há 30 anos, concorda?

Afinal, se os pagamentos com cartões de crédito/débito compõem grande parte das transações mundiais, qual o sentido em ainda ter milhares de agências bancárias físicas para depositar dinheiro em espécie ou descontar cheques? Aliás, quanto tempo faz que você não imprime um talão?

Hoje em dia, tudo pode ser resolvido pela internet, de pagamentos a transferências, passando por empréstimos bancários e também investimentos.

Um celular e uma conexão à internet substituem toda uma infraestrutura que encarece serviços e burocratiza processos. Até mesmo o acesso a informações e conhecimento fica muito mais fácil e digital.

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Qual a diferença entre fintech e startup?

Muitas pessoas sabem o que significa fintech, mas não sabem a diferença entre fintech e startup.

As startups são modelos de negócios inovadores, fortemente apoiados na tecnologia, com baixo custo, imersos em uma dinâmica de crescimento escalável e costumam atingir um segmento tradicional como um furacão.

Dessa forma, é possível reinventar serviços, desburocratizar processos e tornar produtos mais baratos aos consumidores.

Podemos dizer que as fintechs são uma espécie de evolução das startups do setor financeiro.

Outra dúvida comum é sobre a relação entre fintechs e bancos. Embora muitos bancos realmente se sintam ameaçados pelas inovações promovidas pelas fintechs, há inúmeros casos de instituições financeiras que vêm se aliando às fintechs para oferecer um novo produto/serviço no mercado.

Para ficar mais claro esse movimento dos bancos em direção às fintechs, segundo um levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), 74% dos correntistas dos bancos pesquisados já usam serviços financeiros ou produtos de fintechs.

Muitos gigantes do setor já perceberam que as novas empresas têm muito a ensinar, principalmente sobre experiência do cliente.

Uma fintech de investimento, por exemplo, consegue estar mais próxima de seus clientes — bem diferente da frieza e impessoalidade das instituições tradicionais do mercado —, oferecer assessoria mais personalizada, cobrar taxas menores, além de tecnologia com maior segurança e interatividade. E de fato, não há como fugir desse movimento evolutivo, com vantagens tão evidentes.

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Quais as vantagens de uma Fintech?

Ao contrário de muitos bancos tradicionais, as fintechs trabalham para facilitar a vida das pessoas, fazendo com que elas consigam resolver problemas e utilizar serviços com rapidez e segurança. Essa postura inovadora explica porque essas empresas cresceram mais de 350% entre agosto de 2015 e maio de 2017.

Enquanto um banco tradicional exige a presença do cliente na hora de abrir uma conta, com as fintechs o processo é bem mais prático. Hoje, é possível abrir uma conta de investimentos sem precisar sair de casa, bastando preencher os dados principais, como CPF e identidade.

Confira alguns dos benefícios que ilustram bem o que é fintech:

  • Tecnologia: é possível resolver quase tudo online sem abrir mão da segurança.
  • Agilidade: menos burocracia.
  • Novidade: serviços que inovam o setor e trazem novas soluções.
  • Preço justo: costumam oferecer serviços com preços mais baixos, sem abrir mão da qualidade.

Fintechs são confiáveis?

No início dos anos 2000, quando o internet banking passou a ser uma alternativa às filas de banco, muita gente ficou desconfiada. Após mais de uma década, atualmente, incomum é esperar boletos serem enviados pelo correio para, então, fazer o pagamento na agência bancária, perdendo horas em filas e guardando recibos de papel.

Perceba que esse estranhamento inicial é natural, até porque quem nunca teve medo do desconhecido pelo menos uma vez na vida?

É preciso entender que o mercado financeiro está em constante evolução e os órgãos reguladores estão de olho nessas mudanças.

Há, inclusive, novas concessões, como a decisão do CMN de permitir as fintechs de concederem empréstimos sem a intermediação de bancos — o que poderá significar crédito muito mais barato ao consumidor.

Regulamentações como essa apenas comprovam que as fintechs já são uma realidade no Brasil e no mundo e, mais do que isso, que têm conseguido transformar o modo como cuidamos do dinheiro, de maneira mais dinâmica, mas também muito segura.

Nesse contexto, o mais importante para encontrar e utilizar serviços/produtos de fintechs confiáveis é estudar bastante a proposta da empresa e fazer uma pesquisa para ver se ela está devidamente registrada nos principais órgãos reguladores.

No caso da Toro, você pode ficar tranquilo pois investir com a gente é muito seguro. Entenda:


Isso porque a gente é uma instituição financeira autorizada tanto pelo Banco Central do Brasil quanto pela CVM, o que que quer dizer que a gente cumpre todas as normas dos órgãos reguladores, além de nos preocuparmos em ajudar você a cuidar melhor do seu dinheiro.

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