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Criptomoedas promissoras: descubra quais são

As criptomoedas estão cada vez mais consolidadas no mercado e cada vez mais surgem outras possibilidades de investimentos em ativos virtuais. Por isso, conhecer as criptomoedas promissoras pode ser um bom ponto de partida para investir em criptoativos.

O interesse dos mais diversos tipos de investidores faz com que esses ativos ocupem mais e mais espaço no noticiário financeiro e de Renda Variável. 

Por isso, neste conteúdo, você conhecerá:

  • Quais são consideradas as criptomoedas promissoras do mercado, segundo dados relevantes.
  • Como elas funcionam em termos de volatilidade.
  • E como investir em criptoativos usando a sua corretora no Brasil.

Antes de começar, tenha atenção que a terminologia “criptomoeda” é apenas uma generalização informal, bastante usada popularmente, mas pode ser inadequada porque sugere que todos os ativos virtuais funcionam como dinheiro, enquanto muitos têm funções diversas e não são usados como meio de troca.

O termo “ativos virtuais” é mais preciso e abrangente, refletindo essa diversidade de usos. Vamos lá?

Quais são as criptomoedas promissoras do mercado?

Hoje, já existem mais de 22 mil ativos desse tipo em negociação no mercado, segundo dados do CoinMarketCap. Muitos deles ainda são incipientes e sem liquidez ou potencial de mercado.

Contudo, entre tantas alternativas, como saber quais são as criptomoedas mais promissoras atualmente?

A seguir, mencionaremos, segundo dados divulgados por grandes portais, algumas das criptomoedas mais promissoras e o que justifica a sua alta atual ou a sua chance de crescimento no futuro. São elas:

1. Bitcoin (BTC)

O Bitcoin ainda é a principal criptomoeda atualmente, tanto em valor de mercado quanto em pioneirismo. Portanto, é um dos ativos que está entre as criptomoedas mais promissoras.

Inclusive, de acordo com o InvestNews, o Bitcoin disparou 134% e liderou o ranking de maiores valorizações entre os ativos do mercado financeiro em 2023.

Como esse mercado oscila bastante, é fundamental acompanhar o noticiário diariamente para entender qual ativo virtual tem mais chances de trazer resultados satisfatórios.

2. Ether (ETH)

Em termos de capitalização, o Ether é o 2ª principal ativo virtual em negociação no mercado e também é considerado como um dos mais promissores. Sendo Ethereum o protocolo da blockchain e Ether seu token, o volume é equivalente a 460 bilhões de dólares (2,2 trilhões de reais) – mas lembre-se que esse valor muda todos os dias.

Em 2022, esse criptoativo executou o The Merge com sucesso e iniciou uma nova era, mesmo em mercado de baixa.

Segundo reportagem do E-investidor, o The Merge foi uma das atualizações mais esperadas na história dos blockchains. Além disso, segundo o Valor Econômico, acumulou ganho de 100,3% em 2023.

Por falar em Bitcoin e Ether, confira como suas cotações tem se movimentado nos últimos anos, tendo em vista que resultados do passado não são garantia de rentabilidade futura:

3. Cardano (ADA)

Outro ativo virtual que o mercado está acompanhando atentamente em 2024 é a Cardano, que saiu dos US$0,10 em agosto de 2020 para quase US$2 por unidade em novembro de 2021, alta de quase 2.000%. 

Segundo a Forbes, ela pode se tornar uma das criptomoedas mais promissoras do mercado graças ao seu sistema inovador e ecológico.

A Exame destacou que o ecossistema de iniciativas ligadas ao blockchain Cardano voltou a crescer no final de 2023, ajudando a rede a atingir um novo recorde de valor total bloqueado (TVL, na sigla em inglês) por investidores. Ela atingiu o maior valor da história: US$440 milhões.

Outro fator que faz a Cardano se valorizar é o uso de contratos inteligentes, o que permite que o blockchain hospede outras operações, o que já acontece no Ethereum. Logo, o diferencial da Cardano é tornar os contratos mais escaláveis.

Observe como a cotação desse ativo oscilou recentemente no gráfico a seguir, lembrando novamente que o passado não necessariamente se repetirá:

4. Solana (SOL)

A Solana (SOL) é considerada uma das criptomoedas promissoras do mercado devido ao seu ecossistema diversificado e inovador, que inclui projetos de DeFi, NFTs, jogos, redes sociais, entre outras aplicações.

Ao final de 2023, a gestora VanEck elogiou a Solana como “extremamente intrigante” e previu um aumento de mais de 10.000% até 2030 devido à sua base de usuários crescente. Além disso, no mesmo ano, foram estabelecidas parcerias com gigantes como AWS, Google e Visa.

Ela também alcançou o sexto lugar entre as maiores do mundo. Criada em 2017 por Anatoly Yakovenko, ex-engenheiro da Qualcomm e Dropbox, a SOL foi concebida com uma rede blockchain altamente eficiente e escalável.

Sua característica principal é sua rapidez e baixo custo, sendo capaz de processar mais de 50 mil transações por segundo (TPS) a um custo médio de menos de US$0,01 por transação.

5. Oasis Network (ROSE)

A Oasis Network (ROSE), pouco reconhecida no mundo de criptoativos, é uma plataforma blockchain versátil, especialmente projetada para escalabilidade.

Lançada em 2020 por uma equipe liderada por Dawn Song, professora da Universidade da Califórnia, Berkeley, a Oasis Network concentra-se na resolução de desafios relacionados à privacidade e escalabilidade blockchain.

O ROSE pode surpreender muitos investidores, já que é impulsionado por um Fundo de ecossistema de US$250 milhões e uma sólida parceria com a Meta (antigo Facebook) na área de privacidade.

Essa parceria, inclusive, oferece aos usuários controle sobre seus dados e transações na rede, além de destacar-se pela rapidez de suas transações.

Fora do radar das 100 maiores do mundo, ela é vista pelos usuários como uma possibilidade para aqueles que desejam antecipar tendências de mercado sem fazer investimentos muito altos.

6. Chainlink (LINK)

Chainlink (LINK) é uma plataforma de criptomoeda que permite que empresas não-blockchain se conectem com segurança a plataformas blockchain. Isso significa que a Chainlink é um elo que auxilia no processo de registro de transações e dados de empresas em blockchain.

O token, chamado LINK, é utilizado como pagamento para quem participa do funcionamento da rede. 

Ela é uma blockchain que busca facilitar o uso de contratos inteligentes entre diferentes plataformas.

Aliás, um relatório da K33 Research publicado em 2023 afirmou que investir em LINK é a “aposta mais segura” para lucrar com a tendência de tokenização. Por isso, ela é considerada uma criptomoeda promissora entre os usuários que acompanham este mercado.

SAIBA MAIS:
➡️ Conheça as principais e mais valiosas criptomoedas do mercado
➡️ Blockchain: o que é a tecnologia por trás dos Bitcoins?
➡️ Quais são os principais ETFs de criptomoedas na B3?

Como as criptomoedas funcionam?

As criptomoedas chamaram a atenção de investidores pela sua rápida valorização. O ingresso de capital novo nesse mercado fez com que ele se expandisse de modo considerável em um curto espaço de tempo.

De acordo com dados da Coingecko, entre novembro de 2020 e maio de 2021, o valor de mercado de criptomoedas saltou de US$500 bi para US$3 trilhões.

Em 2023, por exemplo, o Bitcoin subiu mais de 130% e liderou os rendimentos de aplicações no ano, segundo a Folha de São Paulo

Mas, o que fez com que os ativos virtuais se valorizassem tão rápido e de modo tão significativo? Entre os fatores que mais fazem com que a cotação se movimente, podemos destacar:

  • Oferta x demanda: com mais investidores interessados, o preço do ativo sobe e esse fenômeno se repete se a demanda se mantiver aquecida.
  • Rumores de mercado: notícias e rumores, tais como as mudanças na tecnologia, questões de segurança, surgimento de novas alternativas, entre outros, fazem com que a expectativa em relação ao preço futuro mude.
  • Investimentos bilionários: grandes bilionários ou investidores institucionais, ao realizarem grandes compras/vendas, também afetam a maneira como o mercado entende a valorização/desvalorização.
  • Aceitação como meio de pagamento: alguns estabelecimentos podem anunciar que vão aceitar algumas delas como meio de pagamento, como o caso da rede de cinemas AMC, que em 2021 informou que cerca de 14% das suas receitas são de compras com criptoativos.
  • Questões regulatórias: alguns países já estudam ou estão em fase de implementação de questões para regular as negociações, o que pode afetar o modo como esses ativos são precificados. Inclusive, no Brasil, em dezembro de 2022, a regulamentação do mercado de criptomoedas foi sancionada. 
  • Fatores psicológicos: movimentos de “manada” também podem ocorrer nos mercados de criptomoedas, tanto para cima quanto para baixo, caso os investidores reajam emocionalmente às variações de preços (como sentimentos de pânico ou euforia).

Esses são alguns dos principais fatores que afetam a precificação das cotações todos os dias, seja para cima e para baixo, mas é claro que muitos outros podem estar envolvidos. Por isso, os preços das criptomoedas sofrem tantas oscilações.

Vale ressaltar que os ativos virtuais são mais voláteis do que alocações tradicionais e, assim, aumentam substancialmente o perfil de risco da carteira e perdas financeiras podem ocorrer.

Assim sendo, eles são compatíveis com apenas para quem possui perfil arrojado, ou seja, com maior tolerância ao risco.

Como investir em ETFs de criptomoedas?

Uma alternativa para investir nas principais e mais promissoras criptomoedas do mercado se dá por meio dos ETFs, os Fundos referenciados em índices negociados na Bolsa de Valores.

Os ETFs de criptomoedas conferem ao investidor a possibilidade de acessar esse tipo de ativo de modo indireto e prático.

Hoje, existem ETFs dessa classe com cotas negociadas na Bolsa. Eles são fáceis de entender e contam com gestão profissional no investimentos do patrimônio do Fundo:

ETF Gestora Índice de referência
BITH11 Hashdex Nasdaq Bitcoin Reference Price
ETHE11 Hashdex Nasdaq Ethereum Reference Price
HASH11 Hashdex Nasdaq Crypto Index
QBTC11 QR Asset CME CF Bitcoin Reference Rate
QETH11 QR Asset CME CF Ether Reference Rate
NFTS11 Investo MVIS® CryptoCompare Media & Entertainment Leaders Brazil 

Fonte: B3

Para investir em cotas de algum desses ETFs e incluí-los na composição da sua carteira, basta seguir os passos descritos a seguir:

  1. Defina objetivos: investimento em ETF deve fazer parte dos seus objetivos de longo prazo de modo inteligente.
  2. Saiba o seu perfil de investidor: ETFs são investimentos mais arriscados e devem ser coerentes com seu nível de tolerância ao risco. 
  3. Abra conta em uma corretora: para todos os produtos negociados em Bolsa, você precisa de uma conta ativa em uma corretora, como a Toro Investimentos.
  4. Selecione o ETF: na plataforma da corretora, busque o ETF pelo código de negociação da tabela acima.
  5. Configure e confirme: preencha a quantidade de cotas a investir, cheque o valor total da ordem e confirme a operação.

⚠️ Importante: os ETFs e ativos virtuais citadas neste artigo não são recomendações de compra nem necessariamente expressam a opinião dos Analistas da Toro Investimentos.

Por fim, caso tenha alguma dúvida, assista ao conteúdo em vídeo a seguir e descubra o que são os ETFs e como investir neles por meio da plataforma da Toro, a mais moderna do mercado, além de contar com a ajuda de especialistas:

Porém, outra forma de investir em criptoativos é negociando eles diretamente por meio de uma corretora.

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Agora, investidores com perfil adequado podem diversificar sua carteira investindo em criptoativos com a segurança de uma corretora de valores de verdade.

Além de negociar os ativos com maior liquidez do mercado, você contará com o suporte de uma corretora de alto padrão certificada pela B3, Anbima, Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários.

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