Crises econômicas são coisas que vem e vão. De tempos em tempos temos uma e depois outra, mas o que também é muito regular é sua recuperação. Nenhuma crise é para sempre. Não foi em 1929, não foi durante a Segunda Guerra, não foi durante os Choques do Petróleo dos anos 70 nem na crise financeira de 2008. Caso tenha perdido o anterior sobre a Crise de 2008, acesse aqui

E na Bolsa, a história é quase sempre a mesma: inicialmente, os sinais não são claros. Parece que tudo corre bem até que algo inesperado acontece. Pode ser um conflito armado no Oriente Médio ou uma pandemia global. As pessoas começam a se preocupar, diminuem suas posições. Apenas ajustes. A Bolsa para de subir.

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As informações vão se acumulando e parecem cada vez piores. Os investidores refazem seus cálculos, começam a se desfazer mais rápido de seus papéis e a Bolsa começa a cair. Começa a cair rápido. E mais rápido. O pânico do dinheiro indo embora se junta com a situação externa e parece que dessa vez não escaparemos.

Dessa vez, não vai recuperar. Mas sempre escapamos e a Bolsa sempre se recupera. Foi assim em 1929, na Segunda Guerra, nos Choques do Petróleo e na Crise de 2008. E vai ser assim agora. 

A partir daí, o roteiro costuma ser também mais ou menos o mesmo: parece que não tem como piorar. As pessoas respiram fundo. Bem, se não tem como piorar, não há motivos pra vender. Alguns começam a enxergam oportunidades no meio de tanto barulho. A Bolsa para de cair. É, não está tudo perdido! 

Notícias positivas começam a surgir. Existe luz no fim do túnel. Os investidores lentamente vão se acalmando e comprando as ações que não tinham porquê caírem tanto. A Bolsa sobe. Lucros voltam a ocorrer e os investidores mais arrojados já estão a todo vapor. O pior fica para trás, mais e mais pessoas voltam a comprar. A Bolsa se recupera e segue seu trajeto natural: subir.

Vamos para algo mais concreto: os brasileiros viram o Ibovespa derreter quase 60% entre maio e novembro de 2008. Treze meses depois, no início de 2010, o mesmo Ibovespa havia subido incríveis 126% de seu pior momento e retomado os patamares pré-crise.

E agora? Bom, a Bolsa caiu quase 50% entre os fins de janeiro e março deste ano. Foi muito mais rápido, mas com o Coronavírus é assim mesmo: tudo muito rápido. Passado o que parece ter sido o pior momento dos ativos brasileiros, o Ibovespa já havia recuperado 20% em três semanas. Ainda estamos longe do 120 mil do início do ano, mas a história nos ensina que não há porque não retomarmos esse patamar no futuro.

Diversas ações também passam por esse processo. Peguemos Petrobras, por exemplo, suas ações preferenciais (PETR4) caíram 67% durante a crise de 2008 para depois subirem quase 150% em apenas 1 ano. Itaúsa, holding que controla o Itaú Unibanco, recuou 55%, mas durante os dois anos seguintes, avançou cerca de 240%!

Na crise atual, o cenário tem sido muito parecido. Petrobras caiu 63% em pouco mais de dois meses, mas desde então, acumula alta de quase 65%. Itaúsa: depois de cair 46%, chegou a recuperar-se em mais de 25%. Ambos estão longe do patamar pré-crise e podem enfrentar muitos percalços no caminho, mas têm tudo para caminharem em direção a ele.

Isso mostra que o momento apresenta sim muitas oportunidades. Algumas, inclusive, já passaram! Veja o exemplo de Petrorio (PRIO3): as ações da empresa amargaram quase 80% de queda entre fevereiro e março. Mas, para quem as comprou perto das mínimas, conseguiu ganhos de quase 170% em apenas três semanas.

Por essa razão, tão importante quanto saber quais ações comprar, é preciso também identificar o momento mais oportuno para começar a investir. Na Toro, você conta com o nosso time de experts da Bolsa para selecionar as melhores empresas com potencial de valorização nesse instante. Acesse nosso relatório especial gratuito e veja os melhores setores para se investir agora.

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